Domingo, 6 de Maio de 2012
“Pingo mais que Doce num dia improprio para diabéticos e claustrofóbicos”
Terça-feira, 10 de Abril de 2012
"Portugal Cívico chega às 3000 visualizações"
Sexta-feira, 2 de Março de 2012
“Desabafos de um qualquer jovem português”
Num país onde a educação é sinonimo de facilitismo com o lema de uma “nova oportunidade”, num país onde todos gritam afincadamente por direitos iguais e se esquecem que a virtude está na igualdade de oportunidades, num país onde se procura efectuar por via fiscal um nivelamento por baixo da sociedade, num país onde o mérito é prontamente abafado pelo carneirismo, isto é, o modus operandi de acesso ao elevador social, num país onde o conceito de interesse nacional se perdeu em prol do conceito de umbigo, num país onde uma geração lutou pelo direito ao voto e agora a legitimação dos cargos políticos é menor que o desinteresse pelos mesmos, num país onde se consagra por via legal os piquetes de greve, greves que prejudicam trabalhadores, empregadores, utentes, a comunidade. Num país marcado pela anomia social onde os valores da Família, Hierarquia, Trabalho e sobretudo da Verdade se perdem todos os dias, num país onde se gastam milhares de euros em propaganda politica, num país onde os políticos não são responsabilizados pelas suas actuações, num país onde a justiça, pilar de um estado de Direito, se encontra descredibilizada marcando a justiça popular pontos nos meios de comunicação social, meios esses que servem de veiculo de propagação à pior das doenças, a ignorância. Num país onde o expoente máximo do reconhecimento social é um qualquer jogador de futebol ou um cantor de música pop que faça parte de uma qualquer série televisiva que “leve açúcar”, chega-nos para adoçar o espírito. Num país onde os jovens são convidados a emigrar por um qualquer secretario de estado, num país onde 14,8% das pessoas não têm emprego, num país onde o mais alto cargo politico da nação afirma que o vencimento que aufere não é suficiente..
Mas não há que desanimar, a política de “pão e circo” chega para alimentar o povo, isto é, desde que um qualquer Benfica vença todas as semanas e o preço da cerveja não aumente substancialmente estará assegurada a estabilidade social e o mundo da participação politico-cívica será sempre desinteressante e de difícil cativação.
Peço desculpa pelo tom mas estou grávido e com desejos, gravido de um V Império espiritual, desejos de um país diferente.
Domingo, 26 de Fevereiro de 2012
"Apoio à politica externa de Ron Paul - Madrid"
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
MANIFESTO: "INSTAURAR A DEMOCRACIA, RESTAURAR A MONARQUIA"

Vivemos dias difíceis. Todos o sabemos. Mas isso não serve nem chega. Se a resignação é inútil, a indignação sem objectivo não é um valor em si. É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer.
Fazer o diagnóstico das nossas fraquezas é fácil e não é mais do que reiterar o óbvio ululante. Dar uma esperança real é o mais difícil: perante o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas; a visível delapidação dos valores morais na política; o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência; e finalmente (e provavelmente o mais importante) uma ameaça de perda de soberania - os portugueses não têm razões para confiar no seu futuro.
Nós, cidadãos portugueses, com as mesmas preocupações com que todos vivemos, queremos dizer: há alternativa. Há soluções que contêm valores. É isso que nos une. É isso que nos move. É isso que propomos.
Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história. Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. Portugal precisa de uma Monarquia. Portugal precisa de um Rei.
Nós, democratas de sempre, apelamos a uma séria discussão em torno da nossa chefia de Estado. Apelamos a que exista uma mobilização da sociedade civil em torno do debate sobre o regime que, há uma centena de anos, foi imposto ao nosso povo pela lei das armas e precedido de um grave homicídio, que nunca foi julgado. Democratas de sempre, não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno. A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos princípios. Da nossa verdade.
Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança - único e legítimo pretendente ao trono português - poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela.
Nós, mulheres e homens livres, empenhados cidadãos portugueses, das mais diversas tendências políticas e partidárias, com os mais diversos credos religiosos, decidimos dar mais este passo para que esta esperança se realize. Acreditar que temos uma agenda ideológica seria negar a independência que nos junta em torno de uma chefia de Estado. Que nos une pela diversidade e não pela opinião política. A política é uma coisa, o Rei é outra. Esta é a questão.
Portugal só poderá ser universal se as instituições mantiverem a credibilidade histórica.
Nós, monárquicos, portugueses e democratas de sempre não desistimos de Portugal.
Facebook - ALVORADA - O Regresso da Monarquia
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Factos: "Politica de Verdade, o sentido actual"
Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos grandiosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma política de administração, tão clara e tão simples como a pode fazer qualquer boa dona de casa — política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despender mais do que os próprios recursos.
António de Oliveira Salazar, in 'Discursos (1928)
Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
FADO - Património da Humanidade

A todos os portugueses toca apoiar a candidatura do Fado à Lista de Património Cultural Imaterial da Humanidade, traduz não só a vontade de proclamar perante a UNESCO a consagração do valor universal do Fado como igualmente a afirmação de um património cultural próprio.
Pagina Facebook: FADO - Património da Humanidade
Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011
Domingo, 6 de Novembro de 2011
Domingo, 23 de Outubro de 2011
“Sector empresarial do Estado, uma réstia da pesada herança de Abril”
Quando em 1974/76, período do infame PREC, se iniciou o processo de nacionalização em massa, envolvendo directamente 253 empresas e/ou estabelecimentos, estendendo-se o mesmo a sectores tão diversos como o bancário, segurador, cervejeiro, industrias de base, produção e distribuição de electricidade, estar-se-ia longe de perspectivar que passado três décadas os efeitos da poeira revolucionária ainda produziriam efeitos tão nocivos.
Consequência das nacionalizações, o sector empresarial do estado (SEE) aumentou substancialmente de importância no conjunto da economia portuguesa, passando o peso no emprego a representar 19,3% em 1976. Chegados ao ano de 2010 o referido apresenta uma estrutura financeira débil, assente num passivo de cerca de 62 mil milhões de euros, e num capital próprio negativo na ordem dos 235 milhões de euros. É caso para questionar onde andaram os elementos de racionalidade económica que deveriam pautar o amplo sector público? É fácil, não constituem a essência do referido, aliando isto à ausência do sentimento de propriedade dos recursos públicos à constante procura de clientela politica e satisfação da mesma, o resultado é catastrófico.
Urge assumir definitivamente que a intervenção supletiva do Estado na vida económica é o caminho a seguir, que esse mesmo Estado deve assumir a função de garante do regular funcionamento dos diversos mercados livres em clima de atomicidade e deve igualmente fiscalizar as condições de funcionamento concorrencial. Intervém-se de forma originária onde se deveria intervir de forma supletiva e mantém-se funções caras e ineficientes onde não faz sequer sentido que a intervenção estatal esteja presente.
A real situação do sector empresarial público, isto é, um valor total de dívida bancária a rondar os 20% do Produto Interno Bruto (PIB), não pode compadecer com clientelismos partidários, ou com a utilização do SEE como forma de efectuar malabarismos orçamentais ou mesmo numa óptica de mero preconceito ideológico, não é admissível.
O Estado somos todos nós, ou talvez não.
Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011
Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011
Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Conferência "Democratização do Saber"
Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
“O silêncio é de ouro, a especulação de prata, qualquer certeza mata”
Terminada a saga legislativas ‘11 é hora de efectuar algumas reflexões do que exprimido se obteve e qual o rumo a tomar. Vivendo a pior crise económica dos últimos 30 anos, não é possível restringir a causa-consequência ao campo económico-financeiro descurando toda a hipocrisia política de fracas elites, residindo ai o núcleo central do problema. A inexistência de capacidade leia-se, coragem para reduzir efectivamente ao longo dos anos a despesa de uma máquina-Estado que absorve metade dos recursos gerados pelo país, torna a solução para um problema que não se controla inatingível, exceptuando a via do aumento de produtividade, via essa que nos levaria para o quarto de século de maior ritmo de desenvolvimento de toda a História de Portugal nesses quase trinta anos, de 1945 a 1974, o crescimento anual real do PIB foi, em média, cerca de 6%, o que chegaria para pagar grande parte dos juros respectivos à venda de dívida pública que se tem realizado. O desemprego encontrava-se entre 1,8% e 2,4% da população activa, onde o comércio exterior representava cerca de 40% do PIB, feito esse que a hipocrisia politica e os manuais escolares teimam em desprezar.
É certo que se constata a internacionalização dos problemas a uma escala nunca antes experimentada, sejam eles de foro europeu, como os défices excessivos de estados membros da UE e respectivas ajudas de financiamento numa cruzada moribunda de tentativa de salvação do Euro ou, mesmo mundial como as tão badaladas notações de agências de rating Standard & Poor's e Fitch ou igualmente, a aprovação do aumento do limite de endividamento dos EUA, a fim de cumprir com as obrigações, tendo o impasse da decisão criado ondas de choque nos mais diversos pontos do globo.
Posto isto, estando a transformação em curso, representando a mesma o que representar, cabe a nível nacional procurar recuperar a honradez de um Estado que esteja exclusivamente ao serviço do interesse nacional e uma classe política verdadeiramente voluntarista, criando elites que sabem o que querem e para onde vão, assumindo desde logo a meritocracia como ponto de referência e inerente factor de selecção. A nível internacional, torna-se imperativo recuperar o que Hobbes ensinara, “o mundo é regido pelos egoísmos de cada Estado”, algo que os agentes da comunidade internacional tentam constantemente encobrir.
Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
"Dados para a mudança I"
Com a chegada de um novo governo chega uma hipotética janela de mudança. Fica aqui uma recolha de dados que permite observar onde será possível optimizar a despesa publica nomeadamente ao nível da despesa com os salários de alguns funcionários públicos;
420.000,00 ¤ | TAP | administrador | Fernando Pinto |
| 371.000,00 ¤ | CGD | administrador | Faria de Oliveira |
| 365.000,00 ¤ | PT | administrador | Henrique Granadeiro |
| 250.040,00 ¤ | RTP | administrador | Guilherme Costa |
| 249.448,00 ¤ | Banco Portugal | administrador | Vítor Constâncio |
| 247.938,00 ¤ | ISP | administrador | Fernando Nogueira |
| 245.552,00 ¤ | CMVM | Presidente | Carlos Tavares |
| 233.857,00 ¤ | ERSE | administrador | Vítor Santos |
| 224.000,00 ¤ | ANA COM | administrador | Amado da Silva |
| 200.200,00 ¤ | CTT | Presidente | Mata da Costa |
| 134.197,00 ¤ | Parpublica | administrador | José Plácido Reis |
| 133.000,00 ¤ | ANA | administrador | Guilhermino Rodrigues |
| 126.686,00 ¤ | ADP | administrador | Pedro Serra |
| 96.507,00 ¤ | Metro Porto | administrador | António Oliveira Fonseca |
| 89.299,00 ¤ | LUSA | administrador | Afonso Camões |
| 69.110,00 ¤ | CP | administrador | Cardoso dos Reis |
| 66.536,00 ¤ | REFER | administrador | Luís Pardal: Refer |
| 66.536,00 ¤ | Metro Lisboa | administrador | Joaquim Reis |
| 58.865,00 ¤ | CARRIS | administrador | José Manuel Rodrigues |
| 58.859,00 ¤ | STCP | administrador | Fernanda Meneses |
| 3.706.630,00 ¤ |
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| 51.892.820,00 ¤ | Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias) | | |
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Média Prémios |
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| 52.819.477,50 ¤ |
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| 900,00 ¤ | Média de um funcionário público | | |








