País à beira-mar plantado de origem humilde e de grandes feitos, eis os Lusitanos.

Povo que segundo alguns “ não se governa nem se deixa governar “ está hoje a perder as suas origens e os seus valores. Com o avançar do tempo verificaram-se alterações sociais profundas nesta nossa recente democracia, esperanças de melhores dias alastravam no nosso Portugal.

Verificou-se a vitória da suposta liberdade e o país viveu uma abertura repentina que nos levou para a rota da Europa que conhecemos hoje. Durante esta viagem observou-se que as ânsias de um futuro brilhante para o nosso país foram perdendo força e actualmente vivemos num clima de descrédito por aquilo que realmente é nosso, Portugal. Perdeu-se a valorização do que é nosso e actualmente pagamos o preço de uma educação moribunda, impunidade judicial e uma certa anomia social dos mais variados valores que um cidadão deve possuir. Para tal contribui cada vez mais uma classe política composta por um grupo restrito e repetido de pessoas que fazem do debate político uma arma de pura demagogia e discurso oco. Caras novas são necessárias ao panorama político nacional, é necessário motivar o interesse pelo acto mais nobre de um cidadão, participação política, de forma a recuperar alguns dos valores perdidos no tempo.

Ainda há tempo para um grande Portugal, um Quinto Imperio, espiritual.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013



“Representação politica, um conceito há muito esquecido”


A representação em toda a sua linha exige por parte de quem a pretende efectuar uma postura nobre, uma busca constante de praticar politica pela positiva, construtivamente apresentando propostas concretas em prol da comunidade. Exige a canalização do esforço para a tentativa de resolução dos problemas concretos de quem pretendemos representar e é a estes que se deve dar voz. Desengane-se quem pense que a multiplicação de pessoas dispostas a assumir essa mesma representação é algo negativo, a mesma apresenta-se como salutar pois permite a quem de direito efectuar uma escolha, escolha essa que só existe quando se apresentam alternativas. Desengane-se igualmente quem possui uma visão monopolista da representação, a nenhuma pessoa, órgão ou instituição é atribuída reserva absoluta da defesa dos interesses da comunidade pois em última analise cada um dos mesmos se representa a si próprio e possui intrinsecamente legitimidade de defender as sua posições e visão do que à vida em sociedade diz respeito. Ser representante exige, ab initio, qualidades humanas. Representar não passa apenas por ser se competente e conhecedor da matéria em causa mas cumular essas características com a memória, memoria essa que não permita deixar cair no esquecimento o “quê” e o “quem” se representa, como se o representante perdesse a sua identidade pessoal e adquirisse uma identidade colectiva, colocando todos os seus interesses pessoais e pré-compreensões num segundo plano, sendo inclusivamente independente de si próprio. Ser representante, na sua génese, difere de qualquer tipo de relação de amizade pessoal ou de favorecimento particular que possa prejudicar o todo, prejudicar o substrato, em suma, prejudicar duplamente, cada um e a generalidade.


 A questão da representação é a questão do poder na sua configuração moderna. Associada à democracia, a representação apresenta-se como efectivação da soberania popular. Onde se encontram os defensores dessa mesma soberania? Aquela geração que se vangloria de ter obtido o direito de voto e, nos dias que correm, não hesita em trocar o acto mais nobre de um cidadão por umas horas de sol numa qualquer praia esquecendo dolosamente que o que melhor tem a oferecer à sociedade é o poder das ideias.

Não é exigível que um cidadão médio seja o pináculo do conhecimento politico, assim como não é pedido a um representante que seja o arquétipo da perfeição, salutar é que as massas descontentes com a classe politica portuguesa tenham consciência que a penalização por não participarem na política é acabarem por ser governado pelos seus inferiores. Para se construir uma pirâmide é necessário que a base seja solida, qualquer falha na referida pode levar à queda do topo, mutatis mutandis.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

"Suiça, um exemplo a seguir"



Cerca de um ano após o polémico referendo contra os minaretes nas mesquitas, os cidadãos suíços, em novo referendo, aprovaram recentemente a repatriação de estrangeiros condenados por crimes graves.
A democracia suíça aprovou as medidas porque a maioria dos suíços assim o decidiu. No referido regime tanto o parlamento como os cidadãos participam na elaboração da constituição e das leis e, quando a decisões, além das matérias aprovados pelo parlamento, os suíços são convocados no mínimo quatro vezes por ano para se pronunciarem nas urnas sobre propostas parlamentares, propostas de abaixo-assinados com 100.000 assinaturas e propostas aprovadas pelo parlamento, mas rejeitadas por 50.000 signatários Se um regime assim aprova leis questionáveis? Talvez, mas sendo Zurique e Genebra a segunda e terceira cidade com melhor qualidade de vida do planeta e a Suíça um só países maior prosperidade do Mundo, talvez não seja má ideia o povo pensar e decidir por si, em vez de oferecer o poder de bandeja a políticos incompetentes, corruptos e amigos de lobbies, como se faz por cá.


Pena o povo português não possuir um verdadeiro grau de formação que permita tal situação..

segunda-feira, 4 de maio de 2009

"Alargar a Participação"

Num mês em que se comemoram os 35 anos do 25 de Abril, volta a falar-se da
relação entre jovens e política.Enquanto em 1974 se assistia a um visível
envolvimento dos jovens nas questões públicas, nos dias que correm, o
diagnóstico tem sido outro.Mas, estarão mesmo os jovens afastados da política? E
o que se pode fazer?


Um estudo encomendado à Universidade Católica em 2008 sobre “os jovens e a politica” indica que “os jovens se encontram menos expostos á informação politica e tendem a exibir menores níveis de conhecimentos”, generalizando-se num discurso publico que evidencia preocupação com a ignorância e apatia das novas gerações e com o futuro da democracia.

Excerto in jornal “Akadémicos”

Para onde caminha o nosso Portugal?

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Um dever moral de todos;

"Petição para a sensibilização de todos para a valorização de produtos nacionais"


"Todos nós verificamos que o que é fabricado em Portugal não é valorizado e mesmo posto de parte em detrimento de artigos provenientes do estrangeiro a preços mais baixos. Está na altura de sensibilizar todos para a necessidade de dar prioridade ao que por nós é produzido pois só assim podemos colocar a nossa economia a outro nível.

Com a compra de artigos não nacionais em grandes quantidades favorecemos a saída de divisas para o estrangeiro e mantemo-nos dependentes, em níveis exagerados, da importação de bens dos mais variados níveis.

Com o esforço de todos podemos fazer do nosso Portugal um lugar melhor."

[Petição Online // assina já]