País à beira-mar plantado de origem humilde e de grandes feitos, eis os Lusitanos.

Povo que segundo alguns “ não se governa nem se deixa governar “ está hoje a perder as suas origens e os seus valores. Com o avançar do tempo verificaram-se alterações sociais profundas nesta nossa recente democracia, esperanças de melhores dias alastravam no nosso Portugal.

Verificou-se a vitória da suposta liberdade e o país viveu uma abertura repentina que nos levou para a rota da Europa que conhecemos hoje. Durante esta viagem observou-se que as ânsias de um futuro brilhante para o nosso país foram perdendo força e actualmente vivemos num clima de descrédito por aquilo que realmente é nosso, Portugal. Perdeu-se a valorização do que é nosso e actualmente pagamos o preço de uma educação moribunda, impunidade judicial e uma certa anomia social dos mais variados valores que um cidadão deve possuir. Para tal contribui cada vez mais uma classe política composta por um grupo restrito e repetido de pessoas que fazem do debate político uma arma de pura demagogia e discurso oco. Caras novas são necessárias ao panorama político nacional, é necessário motivar o interesse pelo acto mais nobre de um cidadão, participação política, de forma a recuperar alguns dos valores perdidos no tempo.

Ainda há tempo para um grande Portugal, um Quinto Imperio, espiritual.

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sábado, 25 de setembro de 2010

"Racista, eu?"

"Os ciganos são parasitas. Os africanos ladrões. Os muçulmanos violentos. Os chineses dão cabo do comércio. E o politicamente correcto acha que dizer isto é racismo quando todos sabemos que não há racistas em Portugal.

Quero deixar aqui claro que não sou racista. Não me deixo é calar pela hipocrisia do politicamente correcto. E quem pode negar que os ciganos roubam, vivem à conta do Estado, não cumprem as leis e não querem trabalhar? Que batem em médicos e professores, andam armados e traficam droga? Que casam as filhas com 12 anos e só as metem na escola para receber o rendimento mínimo?

Não sou racista. Mas como pode o politicamente correcto dizer que os muçulmanos em geral e os árabes em particular não professam uma religião violenta, não são intolerantes e não desrespeitam os direitos das mulheres? Que não simpatizam com o terrorismo? Que não querem destruir a forma de viver do Ocidente? Que não abusam da nossa tolerância?

Não sou racista. Mas há alguém que não veja que são quase sempre os africanos que nos assaltam nas ruas, que entram aos magotes nos comboios da linha de Sintra e palmam tudo o que encontram? Que querem andar com bons ténis e para isso não hesitam em ficar com o que não lhes pertence? Que não sabem governar os seus próprios países e é por isso que emigram aos milhões?

Não sou racista. Mas não reparam que os chineses nos enchem o mercado de produtos baratos, destroem a nossa economia e o comércio tradicional e nunca se integram na sociedade nem têm qualquer contacto com os portugueses? Que eles sim, é que são racistas?

Eu não sou racista. Mas ao ler os parágrafos anteriores, que repetem as certezas populares que por aí se ouvem, misturando generalizações, mentiras e verdades, sempre na ânsia de encontrar o Inferno nos outros, não serei obrigado a concluir que, com excepção dos brancos, o mundo é composto por criminosos e parasitas?

Sei que a ironia passa mal. Esperemos que desta vez passe tão bem como as alarvidades que por aí se ouvem. E tão bem como esse mito que diz que Portugal é um país de brandos costumes que sempre conviveu bem com a diversidade. Este país onde toda a gente "até tem um amigo preto" que lhe serve de álibi que prove a sua tolerância para depois poder dizer tudo o que lhe venha à cabeça."

Daniel Oliveira in Expresso.pt

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"Homem morto à pancada em Alvor"

"Vou acabar já com ele, cara!" "Não, Jorge, não mata ele aqui!" Duas vozes alteradas, sotaque brasileiro, fizeram Ernesto Belchior, que dormia ali perto, acordar na madrugada de ontem em sobressalto. Pouco passava das 04h00 e a vítima, homem de 40 a 50 anos, morria no passeio que ladeia a ria de Alvor, em Portimão, junto à antiga lota. Foi espancado a pontapé, já no chão – crime presenciado por um inglês, de binóculos, a partir de um barco. No final, os dois homicidas "riram-se", conta ao CM Ernesto Belchior. "

E a festa continua..

sábado, 29 de agosto de 2009

"Sírios vão ficar em residências do Estado"

Chegaram a Portugal dois ex-presos de Guantánamo

Chegaram hoje a Portugal os dois cidadãos de origem síria que se encontravam detidos em Guantánamo e "foram restituídos à liberdade". O anúncio foi feito pelo Ministério da Administração Interna (MAI) numa nota de imprensa, que adianta que os ex-reclusos estão instalados em residências cedidas pelo Estado e que não será revelada a sua identidade.

"Tais cidadãos, que manifestaram interesse em ser acolhidos por Portugal, não são objecto de qualquer acusação, são pessoas livres e estão a viver em residências cedidas pelo Estado, que está a desenvolver as diligências tendentes à sua integração na sociedade portuguesa", salienta uma nota do mesmo Ministério.

O comunicado recorda que os dois sírios possuem vistos especiais por razões humanitárias reconhecidas, o que permite apenas a entrada e permanência em território nacional. "Este regime apenas vincula o Estado português, necessitando os referidos cidadãos de vistos adicionais para se deslocarem ao território de outro Estado-membro da União Europeia", esclarece o ministério. Isso mesmo foi decidido no Conselho de Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos da União Europeia, no princípio de Junho, no Luxemburgo.

"A decisão de acolhimento teve por base informações colhidas junto das autoridades norte-americanas e foi precedida de reuniões entre um elemento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e os representantes legais dos ex-detidos e da avaliação da sua capacidade de integração", informa ainda o MAI.

"Por razões de segurança e preservação da privacidade desses cidadãos, não serão fornecidas informações sobre identidade, residência e outros dados que lhes digam respeito", refere a nota. E remata-se: "O acolhimento dos dois cidadãos sírios em território nacional foi decidido pelo Governo português na sequência de pedido expresso das autoridades norte-americanas. Recorda-se que o Governo português manifestou, desde a primeira hora, disponibilidade para ajudar o Presidente Barack Obama e a Administração norte-americana a encontrar soluções de acolhimento para as pessoas que estiveram detidas em Guantánamo".

Mas será que ninguém alerta que esses senhores estão a viver com o dinheiro de todos os Portugueses que religiosamente se levantam todos os dias para ir trabalhar e pagam os seus impostos?

E quem disse que os portugueses querem esses dois Sírios integrados na sociedade?


domingo, 9 de agosto de 2009

"Homem esfaqueado mortalmente no Bairro Alto"


Um homem de 19 anos foi esta madrugada esfaqueado mortalmente no Bairro Alto, em Lisboa, alegadamente por outro homem já detido, disse fonte do comando de Lisboa da PSP.

Segundo a mesma fonte, o incidente entre os dois homens ocorreu no cruzamento da rua da Atalaia com a Travessa Água das Flores, tendo a polícia sido chamada ao local cerca das 03h30.

A vítima mortal foi assistida pelo INEM, mas depois de várias tentativas de reanimação viria a falecer no local.

O alegado autor da agressão mortal, um homem de 26 anos, foi detido pela PSP no local, mas também teve de receber tratamento hospitalar. A PSP desconhece ainda o motivo da desordem.


As autoridades policiais ainda não revelaram o que levou um grupo de africanos a correr atrás de três raparigas e um jovem que acabou por morrer esfaqueado. Moradores falam em roubo e droga. Ou "tentaram meter-se com as miúdas".

Ninguém sabe o que terá estado na origem do crime de homicídio que vitimou um jovem de 19 anos, esfaqueado no peito e no ombro, pelas 03.30 de ontem, em plena via pública do Bairro Alto, em Lisboa. O suspeito foi detido de imediato pela PSP e ficou em prisão preventiva. No local, moradores apontam várias hipóteses: problemas com negócios de tráfico de droga, tentativa de roubo ou "porque alguém se meteu com as raparigas" que estavam com a vítima.

No bairro, o DN falou com uma residente que testemunhou o crime, consumado na esquina da Rua da Atalaia com a Travessa da Água da Flor, junto ao Mercado do Bairro Alto. "Eu estava na cama a dormir e ouvi gritarem para alguém parar. Fui à janela e vi um grupo de vários pretos a correr atrás de quatro brancos (três raparigas e um rapaz)", contou.

"Logo depois, ouvi um grito de aflição, que deve ter sido quando o rapaz levou as facadas e ficou ali estendido no passeio. Os polícias já vinham a pé a perseguir os pretos e conseguiram apanhar três deles. Os outros fugiram", relatou, adiantando que "a faca cheia de sangue ficou no chão".

A mesma moradora lembrou que "depois veio uma ambulância e um carro com médicos, que estiveram muito tempo a bombear o rapaz, mas ele nunca reagiu. Os polícias diziam às três raparigas para se irem embora, mas uma delas teimava que só havia de sair dali com o rapaz. Mas ele morreu ali. Entre as 06.00 e as 07.00 veio a carreta que o levou".

Acrescenta que "o rapaz e as raparigas tinham muito bom aspecto. Todos novinhos, pareciam ser estudantes".

Quanto aos motivos do crime, uma vizinha diz que, "se calhar, os outros meteram-se com as miúdas, o rapaz não gostou e virou-se a eles...".

Outro morador coloca a hipótese de uma "tentativa de roubo que acabou mal".

In DN.

Mais um triste incidente na já moralmente degradada capital Portuguesa.

Como é do conhecimento de todos a criminalidade apresenta-se como uma das principais problemáticas da cidade de Lisboa, problemática essa que vem cada vez mais assumir um papel central nos media nacionais. Com a observação do triste incidente é possível verificar que existe lacunas no que à segurança interna diz respeito e que a expressão “brando Portugal de brandos costumes” já não se aplica. Diariamente assistimos a notícias relacionadas com criminalidade o que nos induz um clima de habituação às mesmas levando-nos a não reagir e a considerar como algo rotineiro. Para ajudar a complementar o já existente clima de insegurança em algumas zonas do país observam-se manifestações de profissionais de Polícia que lutam por melhores condições de trabalho.

Claramente é notória a necessidade de reformar não só métodos como instituições de forma a munir o país de um verdadeiro plano de segurança interna que permita uma resposta eficaz à crescente onda de criminalidade, pois um verdadeiro país de direito não pode olhar com desprezo este problema.


domingo, 26 de julho de 2009

"Imigrantes são 27% dos menores condenados em Portugal"


Portugal alberga nos seis centros educativos 199 jovens dos 14 aos 16 anos pela prática de crimes. 81% são crimes de roubo e de furto. Desses quase 200, mais de 50 foram praticados por estrangeiros. Apesar de o Relatório de Segurança Interna revelar que este tipo de criminalidade diminuiu, a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa aponta para o inverso

Mais de um quarto dos jovens condenados em Portugal são estrangeiros. Ou seja: 27%, já que dos 199, com idades entre os 14 e 16 anos, que se encontram internados em centros educativos pela prática de crimes, 54 são de origem estrangeira - a maioria da Europa do Leste e do Brasil. A prática de crimes como furto - simples ou qualificado - e roubo (já com uso de arma de fogo e violência), também simples ou qualificado, estiveram na base das condenações .

Dados fornecidos pela Direcção-geral de Reinserção Social revelam que o número de jovens nos centros educativos é o mesmo em 2007 e 2008. O que parece contraditório com as estatísticas do Relatório de Segurança Interna referentes ao ano passado, já que revela uma diminuição da criminalidade juvenil cerca de 43% relativamente a 2007.

Aliás, a directora- geral de Reinserção Social, Leonor Furtado, em declarações ao DN, confirmou que "a tendência da criminalidade juvenil tem sido a de crescimento", nomeadamente no caso das jovens estrangeiras. Actualmente, das 22 raparigas internadas a cumprir medida tutelar, 13 são estrangeiras, enquanto em 2008, das 12 internadas, apenas quatro eram estrangeiras.

A Procuradoria-geral e Distrital de Lisboa (distrito judicial onde ocorrem maior números de casos de delinquência juvenil)- revelou também, durante esta semana, que em 2006 recebeu 4096 inquéritos tutelares educativos, enquanto em 2007 foram 4860 e, em 2008, 4872 casos. Ou seja: mais um aumento que contraria também os dados do Relatório de Segurança Interna divulgado pelo ministério. Só no Tribunal de Família e Menores de Lisboa foram registados 1606 inquéritos em 2006, 2246 em 2007 e 2215 em 2008.

De acordo com a Lei Tutelar Educativa (ver P&R) as medidas de internamento podem ser cumpridas até que um jovem perfaça 21 anos e têm a duração máxima de três anos, por cada crime cometido.

Actualmente estão 964 jovens a cumprir medidas na comunidade. Destes, 39% são medidas de acompanhamento educativo, 32% de imposição de obrigações como reparar o dano causado - como um vidro partido - e 22% de tarefas a favor da comunidade.

No caso dos crimes mais graves, como o homicídio, pode ser aplicada a um jovem uma medida tutelar educativa até aos 3 anos em regime fechado.

"Existem pontualmente jovens com práticas criminais mais gravosas como o roubo com violência, sequestro, crimes sexuais, as ofensas corporais graves ou mesmo o homicídio", explica Leonor Furtado ao DN. "E depois há uma prática criminal que é a praticada em grupo mas que não são gangues. Em Portugal não há gangues. Há apenas jovens que praticam crimes em grupo", sublinhou também a procuradora do Ministério Público.

No caso dos jovens a cumprir medida tutelar, 81% são de crimes contra a propriedade, 9% contra a liberdade sexual, 6% contra a integridade física, 2% de tráfico e droga e 1% contra a liberdade pessoal. A média etária nos centros educativos é de 16 anos.

"Criminalidade não baixou em 2009"



"Crimes com armas de fogo, como 'carjacking', e as agressões a polícias aumentaram no primeiro semestre. A tendência geral, segundo números da PSP e GNR, é que a criminalidade geral subiu 1% em relação a 2008."


A criminalidade geral não regrediu no primeiro semestre deste ano, mantendo os níveis preocupantes atingidos em igual período do ano passado. Segundo uma análise de tendências, a que o DN teve acesso, feita com base nas estatísticas das duas maiores forças policiais, a GNR e a PSP, nestes primeiros seis meses de 2009 houve uma subida de um por cento dos crimes participados.

Embora só tenham sido tidos em conta dados provisórios de Janeiro a Maio, os analistas acreditam que o mês de Junho vai manter esta evolução. A estabilização dos índices de criminalidade significa que os valores alarmantes, em número de crimes, alcançados no ano passado, se estão a manter.

Os crimes que mais contribuíram para esta tendência foram, a subir, os crimes com arma de fogo, o carjacking, os assaltos a residências, os roubos a restaurantes, ourivesarias e outros estabelecimentos comerciais. Fontes destas forças de segurança destacam ainda o significativo aumento dos crimes contra os agentes de autoridade. As agressões, injúrias e desobediência aos polícias deverão atingir um aumento entre os 15 e os 20%. É ainda assinalada forte subida do fogo posto, na ordem dos 40 a 50%, em edifícios urbanos e áreas florestais.

Mas em sentido oposto estão crimes como os homicídios, cuja comparação com igual período do ano passado resulta numa descida de cerca de 40%. Na mesma curva descendente estão os assaltos a bancos, a estações dos correios e a postos de abastecimento de combustível. Todos com diminuições da ordem dos 30 a 50%. No crime de violação também se regista uma quebra em cerca de 15% e nos roubos por esticão uma descida de perto de 5%.

Os furtos de viaturas, sem a presença do condutor, deverão também situar-se na curva descendente, com valores entre os oito e os 10%. De salientar, segundo os mesmos analistas, a inédita taxa de recuperação dos carros roubados. Voltaram aos seus donos mais de 8000 viaturas, o que significa que foram resgatados aos ladrões cerca de 80% dos veículos furtados.

Em termos geográficos, em relação aos três distritos mais populosos, registar-se-á um aumento ligeiro na área de Lisboa, uma subida expressiva no Porto e uma descida em Setúbal, embora ainda não sejam avançados valores.

Politicamente, a manter-se e a confirmar-se esta tendência, não é uma boa notícia para o Ministério da Administração Interna (ver reacções ao lado). A estratégia do ministro Rui Pereira, em concertação com as polícias e com a coordenação do secretário-geral de Segurança Interna, Mário Mendes, tinha conseguido, pelo menos, travar a escalada sem precedentes da criminalidade que se registou em Julho, Agosto e Setembro do ano passado, trimestre em que foi atingido o maior pico de sempre. O crime violento subiu 16,8% e o geral atingiu os 11% de aumento. Esses níveis recuaram nos últimos meses do ano para os 10,7% de aumento na criminalidade grave e 7,5% na global. Em 2008, registaram-se mais de 1100 crimes por dia (total de 421 mil) e 24 mil foram violentos.

O DN pediu um comentário ao MAI, que não respondeu. Deputados do PSD, CDS e PCP manifestaram pouca surpresa com os dados. "Revela uma total falência do Governo quando decidiu congelar a admissão de efectivos, que faz com que entremos no Verão com menos agentes", diz Nuno Magalhães (CDS-PP). Fernando Negrão (PSD) diz que o "Governo recusou alterar a lei de política criminal, onde estão criados obstáculos para que o MP promova medidas de prisão preventiva"

In DN.

Triste vergonha nacional.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

"Portugal vai comprar 3 milhões de vacinas"



O Governo aprovou hoje uma verba de 45 milhões de euros para aquisição de vacinas contra a Gripe A que só devem estar disponíveis em Dezembro ou Janeiro.

A resolução foi apresentada pela ministra da Saúde, Ana Jorge, no final do Conselho de Ministros. "Vamos poder ter capacidade de vacinar gratuitamente todos os grupos considerados de riscos, numa altura em que as vacinas já estejam disponíveis para serem utilizadas", declarou Ana Jorge.

A ministra da Saúde adiantou que, "com segurança", as vacinas só estarão disponíveis em Dezembro ou só no início do Janeiro".

in Jornal "Expresso"

Sem margem para dúvida esta temática assume-se como o tema central dos tablóides nacionais levando os verdadeiros problemas do Pais para segundo plano. E a gripe “C” ? Quem combate? País criminalmente constipado.

Estamos no terceiro lugar da EU no que concerne a droga, roubos e crimes violentos.
É claro que quem nos governa acha que não é grave.

Desacreditaram a justiça em nome da democracia mas não ensinaram ao povo, respeitá-la nela nem sequer lhe ensinaram valores essenciais, sem os quais nunca haverá democracia, e o resultado aí está: - Criminosos à solta, autoridades enxovalhadas, polícias agredidos, professores maltratados, juízes…bom, pelo respeito que nos merece a instituição forense, o melhor é abstermo-nos de comentários não sem dizermos que, também nesta matéria, os vários poderes políticos ao longo dos tempos, tentam silenciar.
Será que qualquer dia até os tribunais mudarão de cor como qualquer junta de freguesia?

Pura falta de maturidade.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Detidos por roubo a Agente Policial


"Lisboa - Detidos por roubo a Agente Policial"


O Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, através da Divisão Policial de Loures, esta noite, pelas 00h00, em São João da Talha, deteve dois homens, de 29 e 38 anos de idade, por roubo a um elemento policial.

Cerca das 23h50 a vítima esperava pelo autocarro que o levaria à Esquadra para entrar de serviço, quando foi rodeado por 5 indivíduos, que sob ameaças e com recurso a arma branca, lhe roubaram a arma de serviço e 50€.

De imediato, e após comunicação do sucedido, elementos policiais iniciaram a procura da viatura utilizada para a fuga tendo-a interceptado junto ao Bairro de São João da Talha. Os ocupantes tentaram encetar a fuga apeada, sendo que 2 deles foram interceptados e efectivada a suas detenções, apesar das tentativas de agressão aos Agentes e forte resistência, do qual resultou lesões em ambos os intervenientes, que careceram de tratamento hospitalar.

Ainda no decorrer da fuga o suspeito que possuía a arma de fogo roubada disparou contra os elementos policiais, que se já se haviam identificado em viva voz como Agentes de Autoridade, e responderam fazendo recurso à arma “shotgun”, com bagos de borracha, sem contudo conseguir demover e interceptar o suspeito.

Os detidos já estão referenciados por crimes de ofensas à integridade física grave, posse arma proibida, assalto à mão armada, condução perigosa e desobediência, sendo que o suspeito com 29 anos de idade tem uma pena de 1 ano e 6 meses para cumprir de prisão efectiva. Da intervenção policial foi possível recuperar os bens roubados.


Ao ponto que isto chegou.

PSP Lisboa


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Vergonha do País - Criminalidade

Criminalidade

Quase diariamente ocorrem novos crimes de assaltos a lojas e furtos de viaturas por violência ou “carjackings” (o crime que veio dos EUA), a par da falta de operacionalidade da justiça portuguesa que liberta os criminosos que saiem dos Tribunais ainda primeiro que os agentes policiais.

Estes são factos noticiados nos vários canais de televisão que informam o povo que se sente cada vez mais revoltado com tanta impunidade de jovens que aguardam em liberdade o julgamento por crimes pelos quais são acusados, alguns mesmo sendo reincidentes que já estavam sendo investigados.

Não se percebe pois este tipo de actuação no “combate à criminalidade” que o governo tanto apregoa apresentando números duma suposta redução que os cidadãos não acreditam e até acusam os responsáveis por haver tanta falta de segurança pelo modo como branqueiam a situação.

Ontem mesmo, dia 2-4-2008, mais um caso aconteceu de um casal de namorados que foi assaltado em Felgueiras, ameaçados com uma arma branca, por dois jovens de 19 anos que roubaram o carro e se puseram em fuga, tendo sido depois apanhados pela GNR que os apresentou em Tribunal mas foram logo soltos, com termo de residência e obrigatoriedade apenas de se apresentarem duas vezes por semana no posto local, podendo eventualmente continuar a roubar ou cometendo crimes nos restantes dias, pois já tinham cadastro.

No mesmo dia, um jovem de 19 anos que tinha atropelado outros dois e se pôs em fuga sem dar assistência às vítimas que foram hospitalizados em estado grave, foi solto pelo tribunal que verificou que o mesmo não tinha carta de condução e conduzia sem seguro automóvel. De resto, já conduzia sem carta desde os 14 anos de idade e esteve preso anteriormente por furto de automóveis porque "andar a pé cansa", como rematou.

É esta sensação de impunidade em Portugal que faz agravar a criminalidade e muita gente duvida cada vez mais das leis e da justiça nos próprios Tribunais que fomentam a insegurança ao libertar transgressores ou criminosos desincentivando os agentes policiais. Esta é a verdade!

Bem hajam pois os órgãos de comunicação social que vão alertando e mostrando aos cidadãos o que se passa na realidade dentro na nossa Sociedade.

Enquanto isso, o Ministro da Administração Interna (Rui Pereira) faz sempre um discurso optimista cada vez que fala perante as câmaras de televisão, mostrando uma realidade bem diferente que não se verifica e o povo até se sente cada vez mais ameaçado com toda esta situação.

Na verdade muita gente está questionando a "Democracia"...

Pausa para reflexão!

Rui Palmela