País à beira-mar plantado de origem humilde e de grandes feitos, eis os Lusitanos.

Povo que segundo alguns “ não se governa nem se deixa governar “ está hoje a perder as suas origens e os seus valores. Com o avançar do tempo verificaram-se alterações sociais profundas nesta nossa recente democracia, esperanças de melhores dias alastravam no nosso Portugal.

Verificou-se a vitória da suposta liberdade e o país viveu uma abertura repentina que nos levou para a rota da Europa que conhecemos hoje. Durante esta viagem observou-se que as ânsias de um futuro brilhante para o nosso país foram perdendo força e actualmente vivemos num clima de descrédito por aquilo que realmente é nosso, Portugal. Perdeu-se a valorização do que é nosso e actualmente pagamos o preço de uma educação moribunda, impunidade judicial e uma certa anomia social dos mais variados valores que um cidadão deve possuir. Para tal contribui cada vez mais uma classe política composta por um grupo restrito e repetido de pessoas que fazem do debate político uma arma de pura demagogia e discurso oco. Caras novas são necessárias ao panorama político nacional, é necessário motivar o interesse pelo acto mais nobre de um cidadão, participação política, de forma a recuperar alguns dos valores perdidos no tempo.

Ainda há tempo para um grande Portugal, um Quinto Imperio, espiritual.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

"Monstro viola e engravida filha"

Monstro viola e engravida filha
'Teresa’ faz hoje 21 anos, mas os últimos seis terão sido de verdadeiro terror. Sofreu sempre em silêncio, dentro de casa. Às mãos do pai. Espancada com uma mangueira, na terça-feira à tarde encheu-se de coragem e ligou para o 112, na ausência do agressor. Foi assistida no Hospital de Santarém e denunciou à polícia a relação de incesto a que terá sido forçada desde os 15 anos – sucessivas violações que já a levaram a engravidar do pai duas vezes. No primeiro caso deu o bebé para adopção, na última vez abortou. A Polícia Judiciária investiga – mas o suspeito está à solta.

In Correio da Manha.

Será que 25 anos de prisão e suficiente para castigar este caso? Prisão perpétua? Ou pena de Morte? Só mesmo em Portugal é que permite que um senhor deste calibre ande livremente como se nada fosse.

terça-feira, 5 de maio de 2009

"Portugueses não confiam nos tribunais"


"Crimes sexuais são os que mais preocupam os cidadãos, que consideram que falharam as medidas contra a criminalidade"

M ais de um terço dos portugueses (36,5%) considera Portugal um país "pouco seguro", 44,2% considera o país "razoavelmente seguro" e 15,5% diz que é "muito seguro". Este é o resultado de uma sondagem do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo.


Á pergunta "Considera que as medidas tomadas no decorrer do último ano foram adequadas aos ìndices de criminalidade verificados?" 50,3% dos inquiridos respondeu negativamente, citando ainda o estudo, 55.2% considera "pouco seguro" o funcionamento dos tribunais para a garantia da segurança nacional.



São preocupantes as conclusões que se podem retirar do estudo acima apresentado. Como é possível que num estado de direito em que vivemos os seus cidadãos não confiem nos órgãos executivos/judiciais instituídos? Actualmente verifica-se um fosso entre o cidadão e o direito que naturalmente deteriora o ambiente social, criando assim o sentimento de impunidade geral que só nos descredibiliza a vários níveis.


Mudanças urgentes meus senhores.